Como funciona a segurança em aeroportos

Como funciona a segurança em aeroportos

Não é recente o problema do terrorismo. Desde os anos 70, a segurança em aeroportos de todo o mundo tem sido intensificada sem descanso para garantir a tranquilidade de companhias aéreas e seus passageiros. E, infelizmente, esse trabalho não é injustificado, já que de tempos em tempos acontece algo, como os atentados de 11 de setembro de 2001, que nos faz perceber que não estamos tão protegidos quanto imaginamos. No Brasil, os aeroportos não ficaram para trás e adotaram nos últimos anos uma série de medidas adicionais de segurança.

A primeira linha de proteção de qualquer aeroporto está exatamente em suas barreiras externas em terra. Afinal, de que adiantam as diversas medidas de segurança dentro do aeroporto se um terrorista pode entrar pulando uma cerca ou dirigir um caminhão para alcançar uma área sensível do aeroporto? Cercas altas e difíceis de serem escaladas, patrulhas de segurança que varrem o perímetro com frequência, imensas barreiras de concreto que poderão ser acionadas caso seja detectada uma ameaça e portões de acesso monitorados por guardas e câmeras eletrônicas são apenas algumas dessas barreiras.

Veja também: Afinal, o que é segurança pública?

Outra das medidas mais básicas de segurança é a identificação de cada passageiro, feita pela verificação da foto em documento de identidade oficial ou passaporte (esse no caso de passageiros internacionais). Mas, claro, dar uma olhada rápida na foto não basta. Uma tecnologia imprescindível é a biometria, que verifica impressões digitais, o mapeamento da retina e as características faciais usando sistemas complexos de computador para detectar se o passageiro é quem diz ser, ou se faz parte da lista dos potenciais terroristas emitida pelo governo.

Depois é a vez do detector de metais e do aparelho de raios-X. Todo o acesso público a um avião é canalizado através do terminal onde cada pessoa precisa passar pelo detector de metais e seus pertences pela máquina de raios-X, visando retirar dos voos qualquer objeto que possa ser utilizado como uma arma. Esses objetos são:

- Explosivos: fogos de artifícios, munição, fósforos, pólvora, foguetes de sinalização;

- Armas: armas de fogo, espadas, spray de pimenta, cassetetes, instrumentos de artes marciais ou facas com lâminas de qualquer comprimento;

- Recipientes pressurizados: spray para cabelo, tanques de oxigênio, tanques de propano, tintas em spray ou repelentes de insetos;

- Itens caseiros: líquidos inflamáveis, solventes, alvejantes, produtos químicos para piscinas, perfume inflamável em vidros de 473 ml ou mais;

- Venenos: inseticidas, pesticidas, venenos de rato, arsênico ou cianureto;

- Corrosivos: baterias de carro, ácidos, desinfetantes, desentupidor de esgoto ou mercúrio.

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