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Nos últimos dias, alguns influenciadores publicaram vídeos mostrando o trabalho realizado durante uma missão humanitária em Angola, na África, e acabaram recebendo uma onda de críticas nas redes sociais. Nesta quinta-feira (16), Carlinhos Maia rebateu os comentários negativos em seu perfil oficial e saiu em defesa dos criadores de conteúdo.
“Gente, eu vi o vídeo de um cara criticando o pessoal que lá África ajudando. Com certeza ali, daquele monte de gente, deve ter gente que tá indo só pelo engajamento, pelo like e fod@-se eles. Mas cara, cala a boca, se você tá com o seu rabo sentado na sua casa e fingindo que faz alguma coisa por alguém, porque não faz, não faz, dá para ver a gente, sente, cala a boca”, disparou o influenciador no início do vídeo.
Carlinhos destacou que, independentemente de haver uma segunda intenção, o principal é que eles estão promovendo uma boa ação. “Quer engajar até com o povo ajudando lá, né? Deixe eles fazerem, tão fazendo vaquinha, tão construindo escola. As intenções negativas deles, fod@-se; o que importa é que estão fazendo alguma coisa por lá”, acrescentou.
“Eu faço por aqui, eu acho que o Brasil ainda tem muita coisa para fazer. Eles estão fazendo por lá. Para de criticar tudo. Quer dar uma de superior até nas ajuda do povo. Já está hypando já, com qualquer besteira. Já está hypando criticando os outros toda hora. Toda hora entrando no assuntos do outros”, analisou o influenciador.
Carlinhos ainda destacou que a experiência vivida durante a missão humanitária deve provocar mudanças tanto na vida das pessoas ajudadas quanto na dos próprios influenciadores. “O povo tá lá África, alguma transformação na vida daquela pessoas deve acontecer ali, não e possível”, declarou.
O influenciador também contou que recebeu um telefonema de um amigo pedindo sua ajuda em uma vaquinha para a construção de uma quadra de tênis. Carlinhos afirmou que não contribuiu porque não sentiu que aquele era o momento de ajudar. No entanto, disse que, caso visitasse o local e sentisse vontade de colaborar, faria a doação, já que ajudar agora seria algo forçado. Ele ainda elogiou a postura do amigo por ter feito o pedido diretamente a ele, em vez de expô-lo publicamente.
“Até quando vai ser esse negócio da verdade absoluta dos que falam bem, verdade absoluta dos que não erram […] Vai se lascar, vai viver a realidade de perto das pessoas, vai uma vez , viva uma realidade para poder falar alguma coisa”, concluiu.




