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Após um vídeo em que Hannah Young brinca com o hábito de Justin Timberlake de fazer beatbox viralizar nas redes sociais, o astro pop resolveu encarar o passado de frente e admitiu que também não entende por que ninguém o impediu de fazer isso em praticamente todos os momentos no início dos anos 2000.
A criadora de conteúdo fez uma reflexão bem-humorada sobre a mania do artista de trocar a bateria de verdade por sons de boca no meio das músicas, tanto enquanto fazia parte da boy band *NSYNC quanto na carreira solo.
“Precisamos falar mais sobre o Justin Timberlake fazendo beatbox. Teve uma época em que ele simplesmente parava no meio da música para fazer ‘boots and cats’. Ninguém questionava. Ninguém dizia: ‘Justin, temos bateria, estamos num estúdio profissional’. E o pior: a gente gostava”, brincou a influenciadora.

Justin deixou um comentário na publicação e manteve o tom bem-humorado. “Eu também costumo olhar para trás e pensar nessa época. Ainda não encontrei respostas. Não sei como pedir desculpas o suficiente por seja lá quais eram aquelas ambições. Muito ‘boots’, muito ‘cats’. Espero que vocês possam me perdoar”, escreveu o artista.
Apesar do pedido de desculpas, antes de encerrar a mensagem, o cantor deixou um aviso que arrancou risadas dos fãs. “Também não posso prometer que não farei de novo. Que Deus nos ajude”, concluiu.
Curiosamente, foi justamente o beatbox que deu origem a um dos maiores hits da carreira de Justin. Durante uma participação no programa Hot Ones, o artista contou que “Cry Me a River” nasceu de um improviso vocal do produtor Timbaland.

“O mais louco sobre ‘Cry Me a River’ é que o Timbaland fez o beatbox primeiro. Cheguei ao estúdio desanimado, ele percebeu meu humor e simplesmente começou a fazer os sons com a boca”, explicou o Justin. “Quatro horas depois, a música estava escrita e gravada. Em seguida, começamos a pós-produção”, completou.
Lançada em 2002 no álbum de estreia solo “Justified”, a faixa virou um dos maiores sucessos do cantor e definiu o som que Justin levaria para o trabalho seguinte, o elogiado “FutureSex/LoveSounds”.
Esse disco, aliás, completou 20 anos recentemente e marcou o auge da parceria entre Justin e Timbaland. O projeto emplacou três singles no topo da Billboard Hot 100 e consolidou de vez a estética rítmica que começou com aqueles “boots and cats” que hoje o cantor finge se arrepender.