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Politica de PrivacidadeA vereadora por São Paulo Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella Nardoni, publicou um vídeo em suas redes sociais desabafando sobre o assassinato da filha e defendendo que Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá retornem ao regime fechado.
O posicionamento ocorre no momento em que a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) analisa um recurso sobre o cumprimento das penas do ex-casal.
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O pedido foi apresentado pela Associação do Orgulho LGBTQIAPN+, sob a liderança do deputado estadual suplente Agripino Magalhães Júnior.

A entidade questiona o cumprimento das regras do regime aberto por parte dos condenados, apontando supostos descumprimentos em relação a horários de circulação, local de trabalho e informações de endereço prestadas à Justiça em São Paulo e Barueri.
O julgamento do recurso pelo STJ ocorre em formato virtual sob a relatoria do ministro Ribeiro Dantas. Ana Carolina Oliveira reafirmou no vídeo que os responsáveis pelo crime ocorrido em 2008 continuam condenados e que torce para que ambos voltem a cumprir a pena na prisão.
A vereadora por São Paulo Ana Carolina Oliveira (Podemos), mãe de Isabella Nardoni, compartilhou em seu perfil nas redes sociais um relato sobre uma conversa com sua filha caçula, Maria Fernanda, de seis anos, a respeito do assassinato da irmã.
Durante o diálogo, a menina questionou a mãe sobre o que Isabella teria feito para que o pai cometesse o crime, oportunidade em que Ana Carolina explicou que a criança não teve qualquer culpa pela violência sofrida.
A parlamentar destacou a complexidade de responder às dúvidas dos filhos mais novos sobre a tragédia, mas reforçou a importância de manter um diálogo aberto e adequado à faixa etária de cada um.

Ana Carolina ressaltou que ambas as crianças conhecem a história da irmã e relembrou a necessidade de combater o sentimento de culpa que muitas vezes afeta vítimas de violência infantil.
Isabella Nardoni faleceu aos cinco anos, em março de 2008, após ser arremessada da janela do apartamento onde viviam seu pai, Alexandre Nardoni, e sua madrasta, Anna Carolina Jatobá, em São Paulo. O casal foi condenado pelo crime em 2010.
Desde a tragédia, Ana Carolina Oliveira tem dedicado sua trajetória pública e política à defesa dos direitos da infância e ao apoio a vítimas de violência.




