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Politica de PrivacidadeA comparação entre Erling Haaland e Neymar Jr. ganhou força nas redes sociais depois que o jornalista José Trajano colocou os dois craques lado a lado em um vídeo que viralizou. A fala foi repostada por Luana Piovani, 49 anos, que voltou a alfinetar o jogador brasileiro dias após a eliminação da Seleção na Copa.
No vídeo, Trajano foi questionado sobre Neymar e não poupou críticas. Para ele, a convocação do atacante já era uma “crônica de uma morte anunciada”. “Já sabia que isso ia acontecer. E a entrada dele no jogo final foi uma tragédia”, disparou o jornalista em entrevista ao Estadão.
Trajano chegou a sugerir que outros nomes poderiam ter sido mais úteis à equipe. “Ao invés de levar o Neymar, podia ter levado o João Pedro, o Pedro do Flamengo, jogador jovem, que pudesse ser usado de outra maneira”, comentou.
Quando o assunto virou idolatria, o jornalista foi direto: Neymar é um péssimo exemplo para as novas gerações. Segundo ele, os jovens tratam o atacante como ídolo por falta de outras referências grandes, criando uma espécie de “Neymarmania”.
O ponto alto da crítica veio com a comparação entre os dois jogadores. Trajano lembrou que Neymar, mesmo em péssimas condições físicas, aproveitou uma folga nos Estados Unidos para comprar um relógio de 5 milhões de reais em Nova York. “Cinco milhões de reais”, repetiu, espantado.
“Eu não tenho nada contra ele comprar duzentos relógios. Eu tenho contra a ostentação. Ele podia comprar o relógio e ficar quieto. Não. Fez questão de exibir o relógio para uma coleção de 41 milhões que ele tem só de relógio”, criticou o jornalista.
Em contrapartida, Haaland escolheu um caminho completamente oposto. O norueguês gastou cerca de 5 milhões de reais no livro mais caro da história da Noruega e doou a obra para a biblioteca da cidade onde nasceu e foi criado. “Essa é a diferença”, concluiu Trajano.
Luana Piovani, que já havia celebrado a “aposentadoria” de Neymar após a derrota do Brasil para a Noruega no dia 5, compartilhou o vídeo sem comentários adicionais. Dias antes, a atriz tinha postado: “Enfim, Neymar aposentado. Amém”.

Em outra publicação, Luana destacou o que chamou de “lado bom” da eliminação brasileira. “A derrota tem o lado bom: enfim, a Seleção não é mais refém do Neymarismo Cultural. Acabou a Era Neymar, graças a Deus. Com um gol de pênalti como prêmio de consolação de quem foi convocado apenas por pressão de patrocinadores”, escreveu a atriz.
A fala de Trajano reacendeu o debate sobre o comportamento dos atletas fora de campo e o tipo de exemplo que deixam para os fãs. Enquanto Haaland segue sendo elogiado pela postura discreta e pelos gestos em prol da comunidade, Neymar acumula críticas pela ostentação e pelas escolhas que faz longe dos gramados.




