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Politica de PrivacidadeO governo federal oficializou nesta segunda-feira (21) a demissão de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal. A decisão veio após o ex-deputado acumular mais de 30 dias seguidos de faltas sem apresentar justificativa, o que configura abandono de cargo.
Quem assinou a portaria foi o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva. O documento havia sido elaborado em 18 de setembro, mas só ganhou publicação oficial agora.
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Eduardo está nos Estados Unidos desde fevereiro deste ano. Na época da mudança, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro alegou que deixava o país por conta de uma suposta perseguição política em território brasileiro.
O problema começou em novembro de 2024, quando ele perdeu o mandato na Câmara dos Deputados. Sem o posto de parlamentar, Eduardo precisaria ter retornado imediatamente à função de escrivão no Rio de Janeiro — coisa que nunca aconteceu.
A corporação abriu um Processo Administrativo Disciplinar logo no começo de 2025. O relatório final do PAD ficou pronto em julho, mas a palavra final sobre a demissão dependia do comando do Ministério da Justiça.

Eduardo entrou na PF em 2010, após aprovação em concurso público. Ficou afastado do cargo enquanto exerceu o mandato de deputado, mas a licença caducou assim que ele deixou de ser parlamentar.
Além da demissão, o corregedor regional da Polícia Federal no Rio determinou que o ex-deputado devolva a carteira funcional e a arma de fogo que ainda estavam sob sua responsabilidade.




