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Durante entrevista ao Chupim, aqui na Metropolitana, Guilherme Boulos, Ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência do Brasil, relembrou o episódio em que Datena deu uma cadeirada em Pablo Marçal.
“[…] O Datena, para mim, lavou a alma do povo brasileiro. Eu te digo: lavou! Eu não podia dar aquela cadeirada, né? O pessoal já me chama de radical, de invasor… Se eu desse a cadeirada, eu estava f*dido, eu estava preso, certo? Ia virar agressor, ‘cadeirador’”, disse.
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“E ali acho que ele lavou a alma, porque tem coisa, cara, que é assim: política não é mal o cara ser de esquerda, ser de direita… ser lado A, ser lado B. Eu sou corintiano, alguém é palmeirense, é são-paulino, é do jogo, não é? Agora, o que não pode é ultrapassar um limite…”, afirmou.
“[…] Então foi um negócio… o cara foi no limite. No Datena, ele chamou, acho que o Datena de estuprador, né? No meu caso, ele ficou a campanha inteira dizendo que o cara usa droga, o cara usa droga. Comprovou que não, comprovou que o laudo que ele botou era falso! Mas até aí, até você provar que focinho de porco não é tomada, um monte de gente acreditou, o estrago estava feito”, comentou Boulos.
“O cara acha que chega… porque ele é milionário, né? Porque o cara mora lá em Alphaville, num casão, ele acha que chega na política e vai fazer isso com todo mundo porque tem milhões de seguidores. Só que a vida não é assim. Ele tomou uma cadeirada bem dada!”, finalizou.
‘Chupim’ acontece de segunda a sexta, das 18h às 20h, aqui na Metropolitana! Assista também no Youtube clicando neste link!
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