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Politica de PrivacidadeO laudo da exumação do cão Orelha, realizado pela Polícia Científica de Santa Catarina no dia 11 de fevereiro, não identificou fraturas ou lesões ósseas causadas por ação humana.
O documento de 19 páginas revelou que o animal sofria de patologias crônicas prévias, com desgastes identificados tanto na coluna quanto na estrutura óssea da face.
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Apesar da ausência de sinais de agressão direta nos ossos examinados, os peritos ressaltaram que o resultado não elimina totalmente a hipótese de um trauma craniano.
A investigação segue analisando os detalhes técnicos para determinar as causas exatas do óbito.