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Politica de PrivacidadeDurante entrevista ao ‘Poder Expresso’, o candidato do Avante à Presidência da República, Augusto Cury, relatou que passou a ser alvo constante da “indústria” de fake news à medida que ganhou projeção na corrida eleitoral.
O crescimento do candidato foi confirmado por dois levantamentos divulgados nesta segunda-feira (31). Na pesquisa BTG/Nexus, Cury atingiu 11% das intenções de voto, ante 2% no levantamento anterior.
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Já no levantamento AtlasIntel/Bloomberg, o nome de Augusto Cury saltou de 1,6% para 7,8%, assumindo também numericamente a terceira posição na preferência do eleitorado, atrás apenas de Lula e Flávio Bolsonaro.

Em continuação às suas declarações sobre a corrida presidencial, o candidato Augusto Cury (Avante) afirmou que sua campanha busca superar a polarização política no país.
O postulante defendeu que problemas centrais da sociedade, como a violência contra a mulher, a situação de jovens que não estudam nem trabalham e os obstáculos ao empreendedorismo, não devem ser tratados sob recortes ideológicos.
Questionado sobre a possibilidade de a alta nas pesquisas ser passageira e fruto apenas do impacto do primeiro debate, Cury declarou acreditar que o movimento é “sustentável” e “imparável”, argumentando que a curva de crescimento independe de vultosos recursos financeiros ou vaidades pessoais.

O candidato também minimizou o apoio manifestado em vídeos pelo influenciador e ex-candidato Pablo Marçal (PRTB). Cury sustentou que a repercussão de seu nome no ambiente digital ocorre de forma descentralizada, impulsionada de maneira espontânea por milhares de apoiadores nas redes sociais.
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