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Politica de PrivacidadeO ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou uma manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) antes de decidir sobre a eventual inclusão do ministro Alexandre de Moraes no escopo das investigações ligadas ao caso do Banco Master.
A medida ocorre após a Polícia Federal (PF) identificar relatórios com prints de blocos de notas atribuídos ao empresário Daniel Vorcaro, nos quais ele relata supostas pressões de órgãos reguladores e solicita intermediações políticas.
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Nas mensagens enviadas por meio de fotos temporárias, o banqueiro demonstrava preocupação com investidas iminentes da Polícia Federal, do Ministério Público e do Banco Central sobre suas operações.

Nos textos, Vorcaro mencionava a necessidade de contato com nomes da cúpula do Judiciário e do Executivo, referindo-se informalmente ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, para evitar apurações diretas contra sua instituição.
A PGR, sob o comando de Paulo Gonet, foi intimada a se posicionar no prazo de cinco dias.
Nos bastidores do Judiciário, o procedimento gera forte tensão interna, reacendendo debates sobre competência regimental e a eventual retirada do sigilo do relatório policial formulado pelo ministro relator.

Procurado por meio da assessoria de imprensa do STF, o ministro Alexandre de Moraes não se manifestou sobre o teor das mensagens.
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